quarta-feira, 13 de março de 2013

Mulher e Juventude: Saindo do Anonimato


A reflexão abaixo foi postada originalmente no blog O‘P’ da letra, do amigo José Luiz Possato Jr. Em tempos de conclave, Fraternidade e Juventude, Jornada Mundial da Juventude e comemorações pelos 40 anos da PJ, é uma excelente reflexão a ser feita pela juventude, pela Igreja e pela sociedade como um todo. Por isso, reproduzo-a aqui.


Ao fazer a reflexão é possível ver que a mulher cananeia não se intimidou com a repressão e foi à luta na busca pelo atendimento de suas necessidades. Veremos também que Jesus “deu o braço a torcer” e atendeu a reivindicação dela.

E nós, conseguimos superar as barreiras que mantém nossas necessidades no anonimato? E quando somos nós que temos que “conceder os desejos”, atender as reivindicações, “damos o braço a torcer”? E a Igreja, dá?

 Roteiro Bíblia e Juventudes: Saindo do Anonimato

O roteiro a seguir foi utilizado numa oficina da PJ-ICAR, mas poderá ser utilizado por grupos de jovens de todas as denominações.


Seminário de abertura dos 40 anos da PJ
São Leopoldo/RS – 09 e 10 de março de 2013

OFICINA DE BÍBLIA E JUVENTUDES
(ASSESSOR: José Luiz Possato Jr.)

PERGUNTA: Como se faz uma Leitura Popular e Juvenil da Bíblia?

Exercício => Ler Ex 18,1-12 - 1Jetro, sacerdote de Madiã e sogro de Moisés, ficou sabendo de tudo o que Javé havia feito com Moisés e com seu povo Israel: como Javé havia retirado Israel do Egito. 2Quando Moisés mandou sua mulher Séfora de volta, Jetro, sogro de Moisés, recebeu-a 3junto com os dois filhos. Um deles se chamava Gérson, porque Moisés dissera: “Sou imigrante em terra estrangeira”. 4O outro se chamava Eliezer, porque: “o Deus de meu pai é minha ajuda e libertou da espada do Faraó”. 5Acompanhado da mulher e filhos de Moisés, Jetro foi encontrar-se com ele no deserto onde estava acampado, junto à montanha de Deus. 6Informaram a Moisés: “Sua mulher e seus dois filhos estão aí juntamente com seu sogro Jetro”. 7Moisés saiu para receber o sogro, inclinou-se diante dele e o abraçou. Os dois se cumprimentaram e entraram na tenda. 8Moisés contou ao sogro tudo o que Javé tinha feito ao Faraó e aos egípcios, por causa dos israelitas. Contou também as dificuldades que tinham enfrentado pelo caminho e das quais Javé os havia libertado. 9Jetro ficou alegre por todos os benefícios que Javé tinha feito a Israel, libertando-o do poder egípcio. 10E disse: “Seja bendito Javé, que libertou vocês do poder dos egípcios e do Faraó. Ele arrancou este povo do poder do Egito. 11Agora eu sei que Javé é o maior de todos os deuses, pois quando eles tratavam vocês com arrogância, Javé libertou o povo do domínio egípcio”. 12Depois, Jetro, sogro de Moisés, ofereceu a Deus um holocausto e sacrifícios. Aarão e todos os anciãos de Israel foram e fizeram a refeição com ele na presença de Deus. (versão Ed. Pastoral online)

Questões:
1) Que personagens aparecem no texto?
2) Quem são os protagonistas? Algum/a deles é jovem?
3) No v.6, quem é anunciado primeiro a Moisés?
4) Quem entra com Moisés na tenda? O que fazem lá dentro?
5) O que acontece com Séfora e os filhos no fim da história?
6) Em que momento/s a juventude é deixada do lado de fora da tenda, isto é, fica excluída do núcleo de tomada de decisões?
7) Quando Jesus é questionado por uma estrangeira (Mt 15,21-28), a postura decidida da mulher faz com que ela seja notada, isto é, saia da marginalidade. Que outros trechos podem ser citados nesse sentido?
8) Como esses textos nos ajudam no processo de empoderamento juvenil?

Mateus 15,21-28 - 21Jesus saiu daí e foi para a região de Tiro e Sidônia. 22Nisso, uma mulher cananeia, que morava nessa região, gritou para Jesus: “Senhor, filho de Davi, tem piedade de mim. Minha filha está sendo cruelmente atormentada por um demônio.” 23Mas Jesus nem lhe deu resposta. Então os discípulos se aproximaram e pediram: “Manda embora essa mulher porque ela vem gritando atrás de nós.” 24Jesus respondeu: “Eu fui mandado somente para as ovelhas perdidas do povo de Israel.” 25Mas a mulher, aproximando-se, ajoelhou-se diante de Jesus e começou a implorar: “Senhor, ajuda-me.” 26Jesus lhe disse: “Não está certo tirar o pão dos filhos e jogá-lo aos cachorrinhos.” 27A mulher disse: “Sim, senhor, é verdade; mas também os cachorrinhos comem as migalhas que caem da mesa de seus donos.” 28Diante disso, Jesus lhe disse: “Mulher, é grande a sua fé! Seja feito como você quer.” E, desde esse momento, a filha dela ficou curada.

Ajudando a reflexão:
A reunião de um grupo de homens numa tenda, com o intuito de fazer memória da intervenção divina e honrá-la por meio de rituais e sacrifícios, indica-nos com toda certeza que este é um texto de tradição sacerdotal. Portanto, trata-se de um escrito do pós-Exílio, onde o poder interno, tanto político quanto religioso, está centrado no Templo de Jerusalém. O domínio econômico e militar é exercido por um imperador estrangeiro, não necessariamente o Faraó egípcio, mas certamente um opressor indesejado. Nesse momento crítico, a memória do Êxodo ajuda a animar a caminhada.

Porém, na luta por libertação, de alguma forma, há sempre o risco de se reproduzir os mecanismos da opressão. Assim, as mulheres e crianças (e podemos incluir aí os jovens), mesmo que insistam em se fazer presentes (depois de Moisés ter despachado Séfora e os filhos para a casa do sogro, ela bate novamente à “porta” de sua tenda), são impedidos de participar das decisões.

Essa dominação histórica atravessa os séculos até chegar aos tempos de Jesus e encontrar uma mulher cananeia que questiona a estrutura e, com isso, muda a crença e a trajetória do próprio Cristo. O texto de Mateus, escrito para judeus da diáspora provavelmente, mostra o momento exato em que o Evangelho se abre aos não-judeus, usando nada mais simbólico do que uma mulher estrangeira, ou seja, uma personagem duplamente excluída pela sociedade judaica da época.

Chama atenção a postura dos discípulos: “Manda embora essa mulher porque ela vem gritando atrás de nós” (v.23b). Lendo as entrelinhas, é possível entender o seguinte: “Manda essa mulher embora porque a gritaria é grande e já desperta os olhares dos demais. Mulher, criança e jovem têm que saber se pôr no seu devido lugar. Que palhaçada é essa de ficar fazendo reivindicações? Já pensou se a moda pega?” São tão próximos de Jesus que sofrem a tentação de querê-lo só pra si. Não entendem que a Boa nova é para todos os povos.

O próprio Jesus entende que a preferência é dos israelitas. Compara a mulher a um cachorrinho, digno apenas do que “cai da mesa”. Porém, a reação dela o desarma completamente. Em vez de protestar, ela procura demonstrar que nem o direito às migalhas está sendo respeitado. Derrotado, não resta outra coisa além de atender ao pedido.

É interessante, ainda, notar o movimento de aproximação da mulher. Ela começa a narrativa gritando. Ou seja, está tão longe (ou abafada?) que não é fácil escutá-la. Porém, a insistência é tanta que começa a incomodar. Já não sendo possível ignorá-la, nada mais impede que ela se coloque de joelhos aos pés de Jesus. O desfecho é lindo, digno de um retrato. Mas um quadro imóvel não faria jus ao que realmente está em jogo nesta cena: quando os espaços não são dados; devem ser conquistados.

Hoje, olhando a realidade de nossas jovens e nossos jovens, urge perguntar: Quais são os seus espaços? A quais elas e eles têm direito? Estão sendo respeitados? O jovem participa das decisões políticas do nosso país? O que é preciso fazer para sair da invisibilidade? Buscar respostas para estas questões – e outras a elas relacionadas – é fundamental para definirmos o norte da nossa caminhada.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Carta aos Hebreus: Roteiro para o 4º encontro de reflexão


Somos santos e pecadores, mas Jesus é misericordioso

Neste quarto encontro de reflexão sobre a Carta aos Hebreus, o círculo bíblico da Comunidade Cristo Rei traz a reflexão sobre a compaixão que Jesus tem para conosco e sobre o sacrifício que Ele sofreu pelos nossos pecados, pelos pecados da sociedade de sua época, que permanecem até os dias de hoje.

Numa reflexão sobre o Pai-Nosso, vai nos lembrar que Jesus disse: “Sejam misericordiosos, como também o vosso Pai é misericordioso. Não julguem e não serão julgados; não condenem e não serão condenados; perdoem e serão perdoados” (Lc 6, 36-37 e que com a mesma medida que medirmos os outros, também seremos medidos.

Na oração, dizemos: “Perdoe os nossos pecados, assim como perdoamos a quem nos tenha ofendido”. Nós, verdadeiramente, perdoamos a quem nos ofende? Quanto teremos que sofrer no dia do nosso Juízo Final para sermos perdoados?

Abra o roteiro deste quarto encontro de reflexão sobre a Carta aos Hebreus e reflita você também. Mas, a reflexão conjunta é mais produtiva. Ela pode fazer com que você veja os mesmos pontos vistos individualmente com outro olhar, de outra maneira. Se possível, junte seu grupo e faça a reflexão. Depois, nos conte sua experiência. 

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

“Juventude que ousa lutar, constrói o projeto popular” é o lema do 19º Grito dos Excluídos

  
Durante a tarde de hoje, 21, em São Paulo, a coordenação do Grito dos Excluídos acolhendo as sugestões de vários grupos, comunidades, dioceses, movimentos, sindicatos, definiu o lema da 19º edição do Grito dos Excluídos: Juventude que ousa lutar constrói o projeto popular.

O Próximo encontro nacional dos articuladores e articuladoras do Grito acontecerá de 26 a 28 de abril, em São Paulo.

O que é o Grito dos Excluídos?
É uma manifestação popular carregada de simbolismo, é um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos. Constitui-se numa mobilização com três sentidos: Denunciar o modelo político e econômico que, ao mesmo tempo, concentra riqueza e renda e condena milhões de pessoas à exclusão social; Tornar público, nas ruas e praças, o rosto desfigurado dos grupos excluídos, vítimas do desemprego, da miséria e da fome; Propor caminhos alternativos ao modelo econômico neoliberal, de forma a desenvolver uma política de inclusão social, com a participação ampla de todos os cidadãos.

É realizado em um conjunto de manifestações realizadas no Dia da Pátria, 7 de setembro, tentando chamar à atenção da sociedade para as condições de crescente exclusão social na sociedade brasileira. Não é um movimento nem uma campanha, mas um espaço de participação livre e popular, em que os próprios excluídos, junto com os movimentos e entidades que os defendem, trazem à luz o protesto oculto nos esconderijos da sociedade e, ao mesmo tempo, o anseio por mudanças. As atividades são as mais variadas: atos públicos, romarias, celebrações especiais, seminários e cursos de reflexão, blocos na rua, caminhadas, teatro, música, dança, feiras de economia solidária, acampamentos – e se estendem por todo o território nacional.

Semana Social e Grito dos Excluídos
O Grito é parte do processo da 5ª Semana Social Brasileira e no ano passado trouxe o lema: Queremos um Estado a serviço da Nação, que garanta direitos a toda população!

Sobre a participação da juventude a coordenação nacional da 5ª Semana Social Brasileira (SSB) divulgou na última sexta-feira, 15, um vídeo com o objetivo de mostrar como os jovens brasileiros podem se mobilizar no debate do tema “O Estado para quê e para quem?”

Informações: [11] 2272-0627

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Carta aos Hebreus: Roteiro para terceiro encontro de reflexão está disponível


A Comunidade Cristo Rei disponibilizou o roteiro do terceiro encontro para círculos bíblicos sobre a Carta aos Hebreus. Para a escolha do tema a ser estudado, o grupo se inspirou na Carta Apostólica Porta Fidei, do papa Bento XVI e na 2ª Carta Pastoral à Arquidiocese de São Paulo, do Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, com o intuito de fortalecer a própria fé em Jesus Cristo, da mesma forma que fez com os originais destinatários do texto.
Conforme a 2ª Carta Pastoral à Arquidiocese de São Paulo, a Carta aos Hebreus ajuda os fiéis a refletirem sobre suas próprias crises de fé e os anima a prosseguir firmes na fé, sem desanimar, com o olhar fixo em Jesus Cristo.
O próprio grupo elabora os roteiros das reuniões, que são disponibilizados neste blog, no marcador Material para Círculo Bíblico, para quem quiser reproduzi-los.
As reuniões do Círculo Bíblico da Comunidade Cristo Rei, que em 2013 completa cinco anos de existência, ocorrem todas as quintas-feiras, a partir das 20h. Todos estão convidados a participar.

Roteiro

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Círculo Bíblico inicia reflexões sobre o Ano da Fé


Inspirados pela Carta Apostólica Porta Fidei, do papa Bento XVI e pela 2ª Carta Pastoral à Arquidiocese de São Paulo, do Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, o Círculo Bíblico da Comunidade Cristo Rei decidiu estudar a Carta aos Hebreus por que esta carta pode ajudar a fortalecer a fé do grupo em Jesus Cristo, da mesma forma que fez com os originais destinatários do texto.
Com a 2ª Carta Pastoral à Arquidiocese de São Paulo, o cardeal Dom Odilo Pedro Scherer explica que a Carta aos Hebreus conforta os fiéis e os convida a recordar o passado, para se darem conta de quantos deles já “enfrentaram crises e provas maiores, e ficaram firmes na fé, pois sabiam que Deus é fiel e sua Palavra não engana” O texto nos convida a prosseguir firmes na fé, sem desanimar, com o olhar fixo em Jesus Cristo, que está na origem de nossa fé cristã e é capaz de a sustentar e levar até à perfeição (cf Hb 10,32-12,13).”
A Carta Apostólica Porta Fidei (2012), com a qual o Papa Bento XVI convocou todos os católicos a, entre 11 de outubro de 2012 e 24 de novembro de 2013, promover o Ano da Fé, diz que “a porta da fé (cf. At 14, 27), que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma. Atravessar aquela porta implica embrenhar-se num caminho que dura a vida inteira”.
As reuniões do Círculo Bíblico sobre a Carta aos Hebreus, que ocorrem todas as quintas-feiras, a partir das 20h, se iniciaram em 7 de fevereiro e se estendem por sete ou oito semanas. Todos estão convidados a participar e refletir sobre sua fé. O próprio grupo elabora os roteiros das reuniões, que são disponibilizados neste blog, no marcador Material para Círculo Bíblico, para quem quiser reproduzi-los.
Em 2013, o Círculo Bíblico da Comunidade Cristo Rei completa cinco anos de existência.

Roteiros
Carta aos Hebreus  1º Encontro

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

CARTA DA 4º AMPLIADA NACIONAL DE CEBs


Miriam, a profetisa tomou nas mãos um tamborim
e todas as mulheres a seguiram com tamborins, formando coros de danças.
E Miriam lhe entoava: “Cantai a Javé, pois de gloria se vestiu!” (Ex 15,20-21)


Romeiros e romeiras do Reino do campo e da cidade viemosaqui,de todos os recantos do Brasil, para IVAmpliada Nacional de Comunidades Eclesiais deBases (CEBs),no Vale do Cariri coração do nordeste. Como o povo respondeu ao chamado de Miriam, que convidava a dançar ao Deus na vida, assim nós, respondemos ao chamado do Deus da esperança que anima o trem das CEBs rumo ao 13º Intereclesial.
É com muita alegria que convidamos você a entrar neste cordão da dança, que se realizará de 07 a 11 de janeiro de 2014, em Juazeiro do Norte, Diocese de Crato, Ceará.
Como o tamborim de Miriam convocou o povo, nos sentimos convocadas e convocadosao ritmo alegre da sanfona para dançar a justiça e profecia a serviço da vida, como resposta aos gritos de dor provocados pelos projetos que signifiquem sinais de morte para o nosso povo, que estão sendo implantados em todo Brasil.
Nesta ultima ampliada num clima de profunda mística, olhamos a realidade que desafia a vida em plenitude do nosso povo. Alegramo-nos com a partilha do trem das CEBs,que passa em cada comunidade, diocese e regional. Lá, onde os vagões das CEBs passam, reacende a chama da esperança na realização da sociedade do bem viver e do bem conviver, em comunhão com todas as CEBs da grande Pátria, América Latina e Caribe.
 Como é próprio da nossa caminhada de igreja compartilhamos os novos trilhos que estão sendo postos, através do serviço das diversas equipes, para que o trem das CEBs chegue à estação do Ceará, debaixo do chapéu de padre Cicero, no calor do grande caldeirão, das lutas, culturas, sonhos e esperanças para vivenciarmos a grande proposta do Reino que já se faz presente.
Já sentimos o gostinho desta festa no lançamento do Texto base e das Cartilhas na Casa da Mãe das Dores e das Alegrias, que no decorrer destes anos tem acolhido romeiros e romeirasqueaqui vem; como também, saboreamos o prazer da preparação das diversas famílias, paroquias e comunidades que acolherão os delegados e delegadas.
Herdeiras e herdeiros das grandes lutas populares pela libertação como o foram Palmares, Canudos e Caldeirão, somos hoje convocados e convocadas pela firmeza da fé dos beatos e beatas do povo de Deus, Antônio Conselheiro, Maria de Araújoe José Lourenço, pelo amor à justiça e vida do padre Ibiapina e padre Cicero.
Não perca o trem se prepare e vem também! O trem tem datas e horários marcados: até 31 de maio 2013 confirme o seu “bilhete” - ficha de inscrição.
Sob o olhar maternal e solidário da Mãe das Dores e das Alegriasacolhemos sua benção para que nossos passos sejam firmes como foram os dela.

Um abraço amoroso de toda Equipe da Ampliada Nacional das CEBs
Amém, Axé, Auere, Oxente, Aleluia!
Crato 27 de janeiro de 2013

Secretariado do 13º Intereclesial das CEBs
Rua Teófilo Siqueira, 631 – Centro – CEP 63.100-010 – Crato CE
Fone/Fax (88) 3251-1110 – Email intereclesialcrato@yahoo.com.br
RegionalSul I da CNBB/S.Paulo
Edmundo - edmundo.cebs@gmail.com
Liz-  Lizceep@hotmail.com

domingo, 16 de dezembro de 2012

Batizado emociona fiés

No dia 11 de novembro, ocorreu na Comunidade Cristo Rei o batizado de Olívia de Amorim Flores, filha de Laine Chapada de Amorim e Paulo Flores. A celebração foi realizada pelo frei Odécio Lima de Souza (ofm). Os padrinhos de batismo são Edmur Primo Delcolli Júnior e Maria Isabel Vendramin Delcolli e de consagração à Nossa Senhora são as duas avós. Com uma celebração repleta de significados litúrgicos e folheto elaborado propriamente para a ocasião, muitos dos presentes se emocionaram e afirmam ser o batizado mais bonito que já viram.

  Católicos atuantes na comunidade, em outras instâncias eclesiais e na sociedade, os pais batizaram sua filha não por tradição, mas por acreditar em Nosso Senhor Jesus Cristo e na nova aliança que Ele fez com seu povo, com nosso povo.
Como diz o Catecismo da Igreja Católica (1253), “o batismo é o sacramento da fé. Mas a fé tem necessidade da comunidade”. No batismo de uma criança, como a Olívia, sabemos que a fé ainda não é perfeita, madura, mas uma fé que precisa se desenvolver. Pais e padrinhos afirmaram estar plenamente conscientes da responsabilidade que têm pelo desenvolvimento desta fé e pela conservação da graça que a Olívia recebeu naquele dia, mas, respeitando o que diz o catecismo (1255) a apresentaram à comunidade para que esta contribuísse com eles nesta tarefa.

Entrega das doações ao Amparo Maternal.

Ao final da celebração, como ato concreto, os pais anunciaram a doação de 12 latas de leite NAN1 e de 56 fraldas de pano, feita pelos convidados, ao Amparo Maternal. A entrega à instituição, acompanhada pela tecelã do amor Marlene Vilutis, foi concretiza no dia 10 de dezembro.